O teu espírito que habitava por entre as penas do meu corpo, diluiu-se na água corrente da nascente dos dias que se atropelam na corrente da Vida...senti-o a abandonar o meu corpo, rasgando-se a carne e pele em sangue e despojos...
Fecharam-se as feridas, mas por entre as penas, há cicatrizes que ouço a gemer durante toda a noite...
Colibri que já foste Gaivota em dia de Sol e mar calmo, Águia em deserto seco e estéril de emoções...serás Condor nos Pampas de um tango argentino...
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